A dor é inevitável. Ela chega sem pedir licença, invade nossos dias e nos obriga a encarar aquilo que muitas vezes tentamos esconder. Mas a dor não é apenas sofrimento: ela é escolha.
Podemos permitir que ela nos destrua, nos consuma e nos roube a esperança. Ou podemos usá-la como combustível, transformando cada ferida em força, cada queda em aprendizado.
A dor é um divisor de águas.
De um lado, o fim.
Do outro, o recomeço.
E é nesse recomeço que descobrimos que ser forte não significa não sentir dor, mas sim não deixar que ela nos paralise.

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